
O que causa a TPM? Segundo as fontes pesquisadas e que estão ao final deste post, mudanças químicas no cérebro podem também estar envolvidas. Alterações nos níveis de serotonina, um neurotransmissor cerebral que se acredita participar das alterações do estado de humor, podem desencadear alguns sintomas. Estresse ou problemas psicológicos não causam a TPM, mas eles podem colaborar para piorar os sintomas da síndrome pré-menstrual.
Sabe quantas mulheres passam por isso? Estima-se que três a cada quatro mulheres que menstruam experimentam algum dos tipos de TPM
Então descobri que a coisa é mais séria do que se imaginava. Além da tão conhecida TPM, podemos desenvolver o que profissionais de saúde chamam de Síndrome da Desordem Disfórica Pré-Menstrual, esse transtorno está relacionado com as fases do clico ovariano. Tem efeitos devastadores em uma mulher, no que diz respeito a transtorno do humor, embora esse nível seja para uma pequena parcela das mulheres.
Está entre seus principais Sintomas:
- Irritabilidade,
- Nervosismo,
- Descontrole das ações ou emoções,
- Agitação, raiva, insônia,
- Dificuldade de concentração,
- Letargia (lentidão para fazer as coisas),
- Depressão, sensação de cansaço,
- Ansiedade, confusão,
- Esquecimento freqüente,
- Baixa auto-estima,
- Paranóia,
- Hipersensibilidade emocional,
- Ataques de choro.
- Dores abdominais,
- Inchaço,
- Constipação,
- Náusea,
- Vômitos,
- Sensação de peso ou pressão na pelve.
- Acne,
- Inflamações na pele com coceira,
- Agravamento de problemas dermatológicos preexistentes.
- Dores de cabeça,
- Tonturas,
- Desmaios,
- Entorpecimento,
- Irritabilidade,
- Sensação de zumbido,
- Ferirem facilmente,
- Contrações musculares,
- Palpitações,
- Descoordenação dos movimentos
- Aumento da retenção de líquido causando suores fáceis, para se citar alguns...
O que pode ser feito para reduzir os sintomas da TPM? Esta resposta está na integra de onde li, porque achei que é tão completo que não pode ser apenas comentado.
"A primeira coisa a ser feita é conhecer os seus sintomas, quando eles começam durante o seu ciclo menstrual e também o que parece desencadeá-los. Acredite nas suas alterações hormonais e lembre-se delas quando os sintomas aparecerem. Quando sabemos que estamos mais sensíveis, torna-se mais fácil administrar o nosso comportamento em relação aos outros.
Depois, você pode controlar ou algumas vezes reduzir os sintomas da síndrome pré-menstrual fazendo modificações nos seus hábitos alimentares, nas suas atividades físicas e em suas atividades diárias. Não se sinta desencorajada caso essas modificações de comportamento levem um tempo para ajudá-la. Você vai encontrar o que mais alivia os seus sintomas. Tenha paciência.
Tente essas abordagens:
• Modifique sua dieta. É importante desintoxicar o fígado, já que este órgão está diretamente envolvido no metabolismo dos carboidratos, das gorduras e das proteínas, além de armazenar vitaminas e minerais que participam da produção de colesterol e hormônios femininos.
Para isso é necessário que você:
Faça refeições mais freqüentes e com menor quantidade de alimentos. Isso ajuda a reduzir o edema e a sensação de plenitude gástrica. O ideal é fazer 5 a 6 pequenas refeições ao dia, ao invés de 3 grandes refeições.
Inclua na sua dieta os carboidratos complexos, as fibras e as proteínas.
Carboidratos complexos ou integrais: possuem teor de gordura relativamente baixo, são ricos em vitaminas, minerais e fibras e sua digestão é lenta - o que evita as grandes elevações e quedas nos níveis glicêmicos. São exemplos: batata inglesa, bata doce, milho, macarrão, arroz integral, feijão, ervilhas, lentilhas, aveia. Mas tome cuidado para não exagerar e engordar, pois o consumo de carboidratos complexos não deve ultrapassar 60% das calorias totais ingeridas.
Fibras: "Fibra alimentar" refere-se às partes dos alimentos que resistem à digestão. São fontes de fibras: grãos, tubérculos, raízes, frutas, legumes, verduras, leguminosas e outros vegetais ricos em proteínas. Nenhum alimento de origem animal contém fibra alimentar. As fibras são benéficas para o funcionamento intestinal, previnem a constipação, protegem contra o câncer de cólon e contra a hiperlipidemia (excesso de gordura no sangue) e também são benéficas para pessoas com diabetes. A recomendação é para um consumo de 25 gramas de fibras por dia.
Proteínas: alimentos vegetais que são ricos em proteínas são os cereais integrais, as leguminosas e também as sementes e castanhas. As leguminosas incluem o feijão-verde, feijão-de-corda, jalo, preto, largo, flageolé, carioquinha, azuqui, rim, mungo, pinto, fradinho, massacar, guandu e branco e também as lentilhas, ervilhas secas, fava, soja e grão de bico. Alimentos animais ricos em proteínas são as carnes em geral, leite e derivados e os ovos. Dez a 15% do valor energético total deve se consumido na forma de proteínas. O equilíbrio na escolha das fontes proteicas de origem vegetal e animal e a inclusão de frutas, legumes e verduras tornam a alimentação saudável em todos os aspectos.
O excesso de sal deve ser evitado para reduzir a retenção de líquidos e o edema. Um consumo exagerado de sal, fonte de sódio, aumenta a retenção de líquidos e o edema, faz o organismo perder cálcio, além de estimular uma maior liberação de insulina pelo pâncreas, o que, além de inchar, também ajuda a engordar. Quando for ingerir sal, o melhor é escolher o sal fortificado com iodo e não ultrapassar a ingestão de 5 gramas por dia, ou seja, uma colher rasa de chá por dia.
Aumente a ingestão de alimentos integrais, frutas, vegetais, cereais e grãos.
Escolha alimentos ricos em cálcio. Caso você não goste de laticínios ou não tenha uma quantidade suficiente de cálcio na dieta que ingere, pode ser necessário o uso de um suplemento de cálcio.
Use um suplemento vitamínico com a orientação de um médico, se necessário.
Evite cafeína, açúcar, gorduras animais e álcool.
Cafeína: faz com que você se sinta mais irritada, tensa e piora o desconforto nos seios.
Açúcar: o consumo de açúcares simples não deve ultrapassar 10% da energia total diária. Eles podem ser encontrados naturalmente nos alimentos como frutas e mel ou ser adicionados na preparação de alimentos processados.
Gorduras: gorduras e óleos de todos os tipos não devem ultrapassar os limites de 15 a 30% da energia total da alimentação diária. O total de gorduras saturadas não deve ultrapassar 10% do total de energia diária e o total de gordura trans consumida deve ser menor que 1% do valor energético diário (no máximo 2g/dia para uma dieta de 2.000 kcal). Dê preferência para a ingestão das gorduras presentes no óleo da linhaça, nas sementes de girassol e gergelim, no abacate e no óleo da prímula.
Gorduras e açúcares são fontes de energia.
Por elevarem a serotonina, conhecida como hormônio do prazer, as massas e os chocolates podem gerar necessidade contínua de consumo e falsa sensação de bem-estar. Se não quer engordar, evite-os!
Chá, café e refrigerante ficam longe do cardápio, pois são ricos em xantinas, substâncias que agravam a irritabilidade e as alterações de humor.
A soja é rica em isoflavonas, que diminui a dor nas mamas e a sensação de peso no baixo ventre. Ela deve fazer parte da dieta das mulheres que sofrem de TPM.
• Incorpore algum tipo de atividade física regular em sua rotina. Comprometa-se a fazer pelo menos 30 minutos de atividade física como caminhadas, natação ou outra qualquer outra atividade aeróbica de 4 a 6 vezes por semana. Exercícios físicos regulares ajudam a melhorar a sua saúde e aliviam os sintomas de fadiga e alterações de humor.
• Reduza o estresse:
- Durma bem por pelo menos oito horas por dia.
- Pratique relaxamento muscular progressivo ou exercícios respiratórios profundos para ajudar a reduzir as dores de cabeça, ansiedade ou insônia.
- Tente fazer yoga, meditação ou massagem como meios de relaxamento e alívio do estresse.
• Anote os seus sintomas durante alguns meses. Faça isso para identificar fatores que os desencadeiam e como é o padrão de sintomas que você apresenta. Isto vai ajudá-la a criar alternativas para reduzi-los.
• Mantenha uma rotina em sua vida, no que diz respeito a refeições, exercícios físicos e horas de sono. "
Tem muito mais informações nos fontes abaixo, consulte e tire suas conclusões:
http://www.psicosite.com.br/tra/hum/tpm.htm
http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/neurology/1761186-s%C3%ADndrome-disf%C3%B3rica-transtorno-disf%C3%B3rico-pr%C3%A9/
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?404
http://www.abc.med.br/p/tpm+como+reduzir+os+efeitos+da+tens-22415.html
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